E agora que nos estamos a aproximar do final desta história, com quem é que acham que a Débora deve ficar?
Estão a torcer por que casal - Débora e Raúl, ou Débora e Afonso?
Deixem aqui a vossa sugestão!
E agora que nos estamos a aproximar do final desta história, com quem é que acham que a Débora deve ficar?
Estão a torcer por que casal - Débora e Raúl, ou Débora e Afonso?
Deixem aqui a vossa sugestão!
Catarina, a grande paixão de Afonso, que o tinha deixado para ir trabalhar em Nova Iorque, estava de regresso. E vinha disposta a reconquistar Afonso de qualquer maneira, depois de perceber que ele era mais importante que uma boa posição, e que tinha errado ao ir embora.
Débora informou-a, então, que ele tinha viajado a trabalho, e que só voltaria dali a dois meses. Disse-lhe em que cidade ele estava, mas que não sabia mais nada, porque ele ainda não tinha ligado nem dado qualquer notícia.
Achou por bem não lhe contar nada do que se tinha passado entre Afonso e ela, porque deveria ser este a falar com ela. Catarina não perdeu tempo, e propôs-se a ir atrás dele, para recomeçarem a relação que tinham deixado a meio, deixando Débora sem saber o que fazer.
Também ela teve vontade de ir atrás de Afonso, mas a sua presença na revista era imprescindível e, além disso, Catarina e Afonso tinham mesmo que conversar sozinhos.
No entanto, muitas dúvidas lhe vieram à cabeça.
Será que Afonso ainda sentia alguma coisa por Catarina? Será que não a tinha esquecido? Só dali a dois meses, quando ele regressasse, teria a resposta para todas as suas perguntas.
De facto, a cabeça de Débora dizia-lhe isso. Mas o seu coração tinha ficado dividido. Raúl tinha sido a sua primeira paixão, havia qualquer coisa nele que sempre a tinha perturbado, que a atraía, que a fazia sentir de uma maneira como nunca ninguém o tinha feito.
E, ao saber que estava inocente, e que ainda gostava dela, ficou sem saber se o que sentia por Afonso era mesmo amor e raúl representava uma relação que poderia ter sido maravilhosa, mas que já não se poderia repetir ou se, pelo contrário, o que sentia por Afonso era apenas uma atracção provocada pelas circunstâncias, e o que sentia por Raúl era um grande amor que tinha, agora, uma nova oportunidade de ser vivido.
Já tinha passado um mês, e Afonso não tinha dado notícias. Raúl recomeçara a procurar Débora, e as dúvidas dela aumentavam de dia para dia. Nunca mais tocara no assunto com o pai, mas ele tinha esperança que a sua filha ficasse com Raúl.
No entanto, Débora teria ainda mais surpresas para pôr à prova os seus sentimentos!
Tinham-na prevenido tanto contra Raúl, que não pensou na possibilidade de ele não ter tido culpa, apesar de gostar tanto dele, e de achar que ele tinha mudado, que estava a ser sincero quando dizia que ela era a mulher da sua vida.
Procurou então Raúl, para lhe pedir desculpa por não ter acreditado nele e no seu amor, por não lhe ter dado uma oportunidade de saber o que ela tinha visto e de se defender, e disse-lhe que esperava que ele a perdoasse. Raúl também se desculpou por a ter acusado injustamente de traição, e respondeu-lhe que, se ela esquecesse as palavras dele, também ele esqueceria tudo.
Agora que tudo tinha sido esclarecido, Raúl pensou que poderiam voltar a ficar juntos, mas Débora não o deixou aproximar-se. Disse-lhe que poderiam ser amigos mas, o facto de ter ficado a par da verdade não mudaria nada. O seu coração pertencia a outra pessoa, e nada voltaria a ser como antes.
Telefonou-lhe de imediato e, apesar de no início ela não se mostrar muito disposta a ajudar e fazer o que lhe pediam, acabou por aceitar falar com Débora.
Procurou-a no trabalho e felicitou-a por ter conquistado o coração de Raúl. Débora não percebia nada, mas ela continuou dizendo-lhe que, apesar das suas tentativas para voltar para ele, não tinha conseguido nada porque, desde que raúl conhecera Débora, só pensava nela e em mais ninguém.
Até lhe tinha pedido para ir buscar o resto das suas coisas a casa dele, e a pressa era tanta que lhe tinha emprestado o carro. Nem mesmo quando ela lhe telefonou a dizer que o esperava na sua cama, ele quis saber dela. Tinha-lhe dito apenas para ela se despachar porque ele precisava do carro.
Débora começou a juntar tudo, e percebeu que se tinha enganado, ao pensar que Raúl a tinha traído, ao pensar que ele tinha brincado com ela. Mas, de qualquer forma, resolveu ir até à empresa onde ele trabalhava, para confirmar aquela história.
Esperou que Raúl saísse, e tentou falar com o seu tio, que lhe confirmou que, de facto, naquele dia, tinham estado em reunião até ao início da noite.
Então era mesmo verdade. E ela tinha acabado com tudo sem ao menos lhe ter dito porque estava chateada com ele, e ter esperado uma explicação da sua parte. Como tinha sido idiota!
Passaram-se dois meses, e Afonso chegaria a qualquer momento. Débora precisava mesmo de falar com ele. Muitas coisas tinham acontecido, ...