Gabriela já estava pronta, e à porta da sua casa o carro que a iria levar à igreja, esperava pela noiva. Já se tinha conformado com a ideia de se casar com aquele homem sem carácter, mas nem por isso se mostrava muito animada.
Teria preferido um carro simples ou uma carruagem, mas Bruno insistiu que ela fosse levada de limusina. Entrou, então, e partiu, sozinha, rumo ao seu destino.
Os seus familiares, assim como os padrinhos, também já tinham seguido para a igreja, mas estranhou que não se vissem os seus carros. De repente, a limusina parou, e o vidro fumado que a separava do motorista abriu-se.
Não podia acreditar no que estava a ver: era Daniel! Estaria a sonhar ou era mesmo verdade?
Daniel contou-lhe, então, que o seu avô o tinha procurado para lhe contar o que se estava a passar, e lhe dizer que só ele poderia impedir Gabriela de cometer aquela loucura. Disse-lhe que ela o amava e que, se ele também a amasse, deveria perdoá-la e lutar por ela. E foi o que ele fez!
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