quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Amores Desencontrados - capítulo VII


 


Saíram algumas vezes juntos mas, apesar das tentativas de Raúl para a beijar, Débora conseguia sempre contornar a situação. No entanto, depois de o conhecer melhor, Débora achou que ele não era apenas um simples conquistador. Também tinha muitas qualidades, e gostava muito de estar com ele.


Não demorou muito a se apaixonar, e a esquecer tudo o que inicialmente tinha planeado. Os ramos de flores que ele lhe enviava, as surpresas que lhe fazia, e até a sua maneira de ser, fizeram-na acreditar que ele estava a ser sincero quando lhe dizia que já tinha namorado com várias mulheres, mas que ela era especial. Quando dizia ue queria assentar, e que ela era a mulher ideal para ele.


Débora gostava realmente dele e, apesar de ainda não terem assumido uma relação, todos repararam que ela estava diferente. O seu pai já a tinha visto com Raúl, e brincava com ela, dizendo-lhe que iria, finalmente, casar a filha! Que ela tinha sido atingida pela seta do cupido.


Já Afonso, como grande amigo que era de Débora, sentia-se dividido. Nunca tinha imaginado que ela pudesse vir a namorar, talvez porque só agora percebesse que ela não era mais uma adolescente, e que se tinha transformado numa bela mulher.


Queria ficar feliz porque ela também o estava, mas não podia deixar de sentir ciúmes. 

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