Para ela, os homens eram todos iguais e nenhum deles prestava. Afonso fê-la ver que não era bem assim, que havia homens que não eram como Raúl, como por exemplo o seu pai. Mas Débora não se convenceu. E pediu-lhe para lhe dar um só exemplo de um homem que fosse capaz de gostar realmente dela pelo que ela era, de a respeitar, de a fazer feliz, e que fosse sincero, e então ela mudaria de opinião!
Mas não acreditava que alguém pudesse amá-la daquela maneira.
E, num impulso, sem pensar, Afonso não resistiu, agarrou-a, e disse-lhe que ele próprio gostava dela dessa maneira, beijando-a como há muito desejava!
Mas, logo em seguida, afastou-se e foi-se embora, deixando-a sem reação, sem saber o que pensar.
Realmente é de deixar qualquer alma confusa.
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